P1+2


Mãe de dois filhos, Maria do Socorro de Aquino, 45 anos de idade, da comunidade de Bom Lugar do Rucinho, é um exemplo de convivência com o semiárido no município de Assú.

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Em períodos de estiagem é o mais forte aquele que se adapta melhor as circunstâncias impostas pelo ambiente. E assim Dona Socorro, como prefere ser chamada, se adaptou a períodos de dificuldades no passado e hoje consegue desenvolver suas atividades na agricultura familiar, em meios às mudanças recorrentes do clima do semiárido do Rio Grande do Norte. 

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Em seu quintal, propositalmente, ao redor de sua casa podemos perceber a diversidade de atividades desenvolvidas. Isto garante a agricultora realizar tudo bem próximo a sua residência. Entre as atividades estão a criação de gado, ovelhas, galinhas, peru e porcos, há também o cultivo de plantas medicinais, hortaliças e ornamentais, bem como o sorgo e o capim para alimentação dos animais.

 

No entanto, relata que as dificuldades com água ainda é uma realidade, assim vê a cisterna enxurrada do P1+2/MDS, executada em sua casa pela equipe da COOPERVIDA, como uma possibilidade de potencializar as suas atividades.

 

Destacando sua organização em dividir as atividades em locais distintos, onde o gado fica em um espaço diferenciado das ovelhas, bem como as galinhas dos porcos, percebe-se que a estratégia é para que nenhum animal possa destruir o espaço do outro, facilitando assim a gestão dessas atividades.

 

Quando questionada há quanto tempo está trabalhando com a agricultura familiar ela sorrir e conta: ‘Desde criança. Comecei tão pequenininha que meu avô me levava na lua da cela por que tinha medo que eu caísse do cavalo’.

 

E assim se destaca mais uma história de convivência com o semiárido onde a lida no campo vem desde os tempos de infância até os dias atuais, trazendo consigo ensinamentos de zelo e amor pela agricultura familiar. 

Veja mais fotos: https://www.facebook.com/pages/Coopervida/173850716133496


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